O ser humano
está em constante transformação, assim como o pensamento coletivo e o andar da
humanidade.
A ideia de movimento e de mudança fundamentam a vida pós-moderna. Velhos conceitos e valores são repaginados, baseados na saturação da crença na ciência, na garantia de uma vida feliz e bem administrada, na segurança e na razão. A velocidade do tempo atual não permite estagnações, crenças absolutas nem confiança plena em qualquer coisa, pessoa ou situação.
A base do
pós-modernismo é a inconsistência, a liquidez, o excesso, a impermanência, a
velocidade e o hábito desenfreado do consumo – de coisas, de pessoas, de
ideias, de serviços ou mesmo de ilusões.
Tudo se pode adquirir, usufruir, participar, mostrar.
O que importa é ser feliz agora, produzir mais para consumir mais, usufruir espremendo o sumo até perder a valia, para tornar nossa vida mais alguma coisa que não se sabe bem o que. E nem por quanto tempo e nem ir para onde.
As crianças vivem no mundo que os adultos deixaram, com a educação na pauta do dia e valores reinventados.
Tudo se pode adquirir, usufruir, participar, mostrar.
O que importa é ser feliz agora, produzir mais para consumir mais, usufruir espremendo o sumo até perder a valia, para tornar nossa vida mais alguma coisa que não se sabe bem o que. E nem por quanto tempo e nem ir para onde.
As crianças vivem no mundo que os adultos deixaram, com a educação na pauta do dia e valores reinventados.
A questão é
saber como educar as crianças na pós-modernidade, frente a tantas mudanças que
ocorrem, sem precedentes no andar da humanidade.
Elas vêm de casa, desde o nascimento, inseridas em ideias consumistas e valores muitas vezes vazios.
Nós, como escola e como professoras, temos é que dar um norte, visualizar uma linha de chegada aos aprendizados para que o aluno não só decore conteúdos, mas aprenda a compartilhar conhecimentos, pesquisar e pensar por sua mente, com senso crítico e discernimento.
Do mesmo modo,
a mídia cria necessidades irreais que a criança não tem maturidade para
refletir a respeito e a família está muitas vezes omissa, mergulhada em
preocupações que o próprio consumismo gerou.

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