quarta-feira, 6 de julho de 2016

O que, de fato, aprendemos?


   Em vias de terminar mais um semestre, surgem as perguntas: o que de fato aprendemos? O que assimilamos para melhorar a qualidade de nosso trabalho como docentes e as aplicações que podemos fazer? E o quanto evoluímos como pessoas?


   Analisando a primeira questão, penso que o aprendizado se faz por conexões, juntando com o que já conhecemos - o aprendizado anterior, com as pequenas novas assimilações de cada tarefa, experiência, texto ou aula, construindo assim, o que aprendemos.
   Nosso trabalho como docentes está, na maioria dos casos na turma, baseado em uma larga experiência em sala de aula e por curso específico à nível médio, que fizemos há muitos anos atrás. Temos um conhecimento prévio, em termos de prática e qualificação, a ser considerado, porém a aquisição de um conhecimento embasado em conceitos teóricos e questionamentos reflexivos, torna, dia a dia, a nossa docência mais fundamentada e assim, compreendendo melhor todo o processo de ensinar, aprender e educar.
   Evoluir é um processo contínuo, a princípio positivamente, de nos tornarmos pessoas melhores, em todos os aspectos da vida humana. Estudar, ler, conviver, refletir, superar obstáculos, medos e "maquinações interiores", são meios que nos levam a uma evolução constante, seja intelectual, emocional ou socialmente.
   Concluindo, na busca por respostas, o psicólogo americano Carl Rogers, afirmava: 
"Por aprendizagem significativa, entendo, aquilo que provoca profunda modificação no indivíduo. Ela é penetrante, e não se limita a um aumento de conhecimento, mas abrange todas as parcelas de sua existência."

Referências:
https://portaldovoluntario.v2v.net/posts/13390

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