Uma das grandes características da infância é a curiosidade.
Muitas vezes confundimos curiosidade com peraltice ou intromissão, não raro
dizendo: “Joãozinho, deixa de ser curioso!” Sem querer estamos minando um dos
maiores portais do conhecimento.
Ser curioso é desejar tudo ver e tudo saber. A curiosidade
move o pensamento a procurar uma resposta, mas às vezes, antes de completada,
já surge outra e mais outra indagação. O que seria da humanidade se não fossem
os curiosos? Talvez não tivessem descoberto a penicilina, ou a lâmpada, ou
mesmo continuaríamos achando que voar é somente para pássaros.
Uma criança saudável é naturalmente curiosa: quer saber de
onde vem o som, quem está falando no telefone e como foi parar lá dentro,
porque cai água do céu, porque o sol é amarelo, porque as formigas caminham
juntas, porque, porque, por que... E vão além: como se faz isso, como se faz
aquilo, onde tem isso, quando aquilo lá...
A curiosidade é inerente ao ser humano e por ela vamos além,
buscando respostas e atravessando as fronteiras do que é conhecido. Estimular a
curiosidade infantil, incentivando e promovendo experiências é, além de um
prazer enorme, fomentar que novos cientistas e questionadores surjam. Assim
como Einstein, Galileu, Pasteur, Santos Dumont ou Da Vinci foram guiados pela
curiosidade, nossos alunos também podem seguir seus desejos de ver e de saber. E,
por conseguinte, com suas aguçadas visões
de mundo, fazer suas vidas muito mais incríveis.


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