Nos
dias atuais, ser professor não é somente repassar conteúdos pré-estabelecidos,
aplicar provas ou redigir pareceres descritivos. Ser professor é, pela ótica
social, incutir valores que irão constituir a sociedade do futuro, fomentar um
olhar crítico nos alunos e conscientizar para a responsabilidade de cada
cidadão.
Neste argumento entra um aspecto que pode contribuir, e muito,
para a conscientização que almejamos: fazer uso da literatura para introduzir
temas sociais em sala de aula. Para os menores ocorrerá de maneira lúdica,
porém eficaz.
Tomando como exemplo o livro "O Mundinho sem bullying", de Ingrid
Biesemeyer Bellighausen que chama a atenção para apelidos, brincadeiras de mau
gosto (embora inocentes) ou zombarias que colegas fazem para outros, seja por
um ou outro motivo. Na história, o menino ficou muito triste ao sofrer
bullying, a ponto de não querer mais ir à escola. A lição se dá quando os
colegas do menino se conscientizam, pedem desculpas e confeccionam cartazes
para reflexão.
O mesmo ocorre com temáticas indianistas ou escravocratas, por
exemplo, de valorização das diferenças e que trazem em sua essência, história,
conhecimento e o despertar do pensamento para a cidadania, manifestadas em
atitudes positivas.
Para o docente, torna-se muito gratificante ver seus alunos
abertos para o diferente, cientes de um mundo que precisa melhorar, com
justiça, respeito, solidariedade e no final das contas, tudo remete à educação.
Referências da imagem:

Olá Cláudia,
ResponderExcluirA literatura é uma ótima ferramenta para trabalharmos diversos assuntos em especial valores, respeito ao outro.
Att,
Tutora Rocheli