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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Finalizando...

   Chegamos ao final de mais um semestre no Pead, com o envio da Síntese Reflexiva e a elaboração da apresentação oral no Workshop de aprendizagens. Mais uma semana e compartilharemos nossos trabalhos com o grupo.
   Acredito que o ponto alto do Pead seja sempre a Síntese Reflexiva, que exige propriedade sobre os conteúdos, clareza de pensamento, capacidade de síntese e produção textual. A apresentação oral exige os mesmos requisitos, mas de outra forma, mais leve e conclusiva, bem como nos desafia a apresentar em tempo mínimo, o que é um tanto difícil.
  Penso que cada interdisciplina teve enorme importancia em nossa prática diária nas escolas, e algumas foram mais densas que outras, mas todas significativas. Os conteúdos da interdisciplina Fundamentos da Alfabetização foram passados de forma bem objetiva e prática, esclarecendo dúvidas e sugerindo atividades. Em Psicologia tivemos muitos conhecimentos a respeito da mente humana, que terá aplicação em nossa rotina diária com os alunos, compreendendo atitudes e comportamentos. Em História aprendemos sobre o processo de escolarização e em Infancias, uma nova visão sobre as crianças e suas diferentes concepções. 
  No Seminário Integrador, superamos as dificuldades com o uso das tecnologias, nos habituamos a postar no blog, facilitando a organização dos aprendizados e com isso, fixando os conhecimentos adquiridos. Da mesma forma, a Escrita Coletiva nos fez trabalhar em equipe, cada uma respeitando a ideia do outro e sendo coerente com o texto inicial.
   Um ano de Pead chega ao final e espero que os próximos sejam de muito aprendizado e superação dos novos desafios, que certamente virão. Mas com boa vontade e disciplina nos estudos, tudo poderemos vencer!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Quando a mente se abre

    
    Após um ano de estudos no curso de Pedagogia EAD, muitas foram as aprendizagens, e por isso posso citar o que o célebre físico Albert Einstein já nos dizia:

"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original."

     Penso que a mente, e porque não dizer, o ser interior, se expande a medida que se determina a assimilar o novo e não está do mesmo tamanho de um ano atrás. Os conhecimentos adquiridos ocuparam espaço, nortearam ações, conduziram o dia a dia e fez surgir uma vontade enorme de saber mais. Este desejo é o que, na interdisciplina Psicologia, aprendemos como sendo "o desejo de saber", que o psicanalista Sigmund Freud definiu nas suas teorias, através da empatia com os professores, o estímulo da mente criativa e o hábito de estudar.

    Sempre admirei as mentes brilhantes, pessoas que amam ler, aprender coisas novas, mantendo conversação sobre diversos assuntos. O retorno aos estudos, após longo período, foi imensamente significativo, pois a mente se expandiu e não mais voltará a seu tamanho original.

      O ser humano facilmente se acomoda, pois é muito confortável permanecer em seu território de saberes já adquiridos, mas algo inconsciente rompe a atrofia e gera uma perturbação necessária e altamente positiva. O movimento de "levantar da cadeira" faz toda diferença, pois sempre relutamos justamente com o que mais necessitamos e que, geralmente, nos proporciona as maiores lições, uma delas, a felicidade de abrir a mente e vislumbrar novos horizontes!


Referencias:



-  Kupfer, Maria Cristina -Freud e a educação. O mestre do Impossível
 https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/1360769/mod_resource/content/1/Freud%20e%20a%20educa%C3%A7%C3%A3o%20de%20Maria%20Cristina%20Kupfer.pdf


                                     Qualificação e justificativa das postagens

    Escolhi esta postagem pois analisando melhor, percebi que ela ela precisava ser mais qualificada, fundamentada, com a citação do autor da frase que deu origem ao texto, bem como usar uma linguagem mais formal, mostrando segurança e certeza do que estou escrevendo. Desta maneira, a publicação deixa de ser uma opinião, ou mesmo uma reflexão compartilhada, mas registra a minha efetiva consciencia, compreensão e conclusão do que estou expondo.

    Sobre a postagem que considero qualificada, escolhi a publicada em 06-10-15, entitulada "A busca por um norte na educação." podendo se acessada no link http://claudiasimoneblogpead.blogspot.com.br/2015/10/a-busca-de-um-norte-para-educacao.html.
    Constatei que esta postagem mostrou-se clara, de início dando a referencia necessária, ressaltando o valor e o que significou para mim assistir o vídeo da aula citada. Pude, desta forma, fazer analogias e colocar minha opinião, mas com base no vídeo assistido e comentado na interdisciplina História.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Termos na escrita

 Gostei muito quando segunda-feira, dia 23, na revisão da aula de Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica, a professora Caroline Pacievitch destacou alguns termos utilizados por nós, alunos, ao escrevermos um texto.
   Muitas vezes nao percebemos quando estamos escrevendo, mas o sentido e o entendimento pode ser outro. Destacou o termo evolução, que comumente se entende por avanço positivo, porém muitas vezes a evolução que se espera é um retrocesso, um degrau abaixo do esperado. Um exemplo atual seria o uso de agrotóxicos na produção de alimentos, ou seja, se evoluiu no combate às pragas mas se degradou no sentido de expôr o ser humano aos efeitos nocivos dos produtos, originando intoxicação e implicações genéticas nas pessoas. Ou a questão sa violência, onde o homem se tornou civilizado, mas vive na barbárie da violência, nas ruas ou nesmo doméstica.
   Outro termo exemplificado pela professora Caroline é a expressão antiga, pois dizer do "tempo antigo" significa da Idade Antiga - a Antiguidade, Nestes casos duvidosos melhor procurar um sinônimo. 
   Por mais que nos preocupamos com a escrita, ainda assim é preciso revisar e se colocar de quem irá ler, para que haja clareza e coesão.

domingo, 22 de novembro de 2015

Trabalhos em grupo


   Sempre tive dificuldade de fazer trabalho em grupo, preferindo fazer sozinha, ou utilizando alguma contribuição dos colegas e no final, novamente fazendo eu mesma, por gosto. 
  Talvez isso se deva a achar mais prático, rápido e sem humildade (que feio), eficiente. Sempre gostei de trabalhar com pessoas passivas, que não se importavam em apenas assinar o nome ou comprar o material. Um certo egocentrismo de minha parte. Detestava quando no meu grupo havia alguém que também defendia suas ideias e o trabalho se tornava mais lento e complicado. Era preciso ouvir, fazer conexões, síntese e encadeamento das ideias, o que exigia paciencia e demandava tempo.
   Nos trabalhos em grupo do Pead também senti dificuldade: como expressar o que penso, á distancia, e juntar com as ideias dos outros?
  Tanto nas interdisciplinas como no Seminario Integrador tive que enfrentar este desafio. A Escrita Coletiva foi um exemplo de superação, pois tive que aprender a aguardar a vez da colega, respeitar seu pensamento e valorizar o outro, pois todas tem ideias incríveis, porém diferentes das minhas.
  Nas interdisciplinas, citando o exemplo da recente atividade "Manifesto da educação do século XXI", tive que constantemente manter contato com as integrantes do gupo, via email e redes sociais, expondo minha ideia, juntando com a parte das colegas, organizando e reapresentando ao grupo, para análise. 
   Em vista disto, sempre surgem novos desafios a enfrentar, na superação de nossas capacidades.  Claro que seria mais simples fazer sozinha, mas estamos juntos nesta empreitada e a colaboração enriquece o aprendizado.