quinta-feira, 4 de junho de 2015
ESCOLA E COMUNIDADE: COMO INTEGRAR
Reflexões na interdisciplina: ESCOLA, CULTURA E SOCIEDADE - primeira semana
A escola é um dos primeiros contatos da criança com pessoas diferentes, fora da família, pois a socialização acontece, de fato, no ambiente escolar.
Na escola ela faz amigos, participa de atividades em grupo, tem voz e vez para expressar o que pensa. Além de adquirir os conhecimentos, ditos universais, conhecer e ampliar os horizontes e sua visão de mundo.
Em inúmeras situações, o estar na escola compreende outras questões: alimentar-se, sentir-se amparada, preparar-se para um futuro que vai lhe exigir certos requisitos, como um certificado, por exemplo.
O ideal, num mundo utópico, seria que toda criança que chega à escola estivesse alimentada, segura, limpa, sem dificuldades de aprendizado, atendida por sua família em suas necessidades físicas e emocionais. Que tivesse um comportamento adequado, não agressivo, livre de preconceitos e desigualdades.
Mas essa não é a realidade da maioria das nossas escolas. Ela pode estar inserida em um contexto de adversidades familiares, econômicas e sociais.
Como fazer o aluno integrar-se, aprender, almejar uma vida melhor, saindo de sua situação conflitiva? O professor e a escola precisam cativar e integrar o aluno que vive um contexto social e econômico aquém do ideal, ou envolto em situações de marginalização, preconceitos de cor, opção sexual, credo, entre outros, e educar, ensinar efetivamente.
A escola que se espera, pode repassar conteúdos que façam sentido em suas vidas, organizando um currículo que promova não apenas a aquisição de conhecimentos, mas possibilitando visualizar uma nova perspectiva e uma autoestima que lhe permita avanços na escola e na vida.
Penso que a escola, como um todo, precisa conhecer os fatores sociais da realidade de seus alunos, tendo compromisso com a igualdade, a transformação, valorizando outros saberes, vindos da comunidade, tornando-os conscientes de seu valor no mundo, fomentando a busca pelos seus direitos e de uma vida com dignidade. Ou seja, descobrir a riqueza das diferenças, das culturas, dos hábitos e costumes, incentivando o esporte, o lazer, a convivência e porque não, promovendo ações sociais que envolvam os alunos e a comunidade, como feiras, gincanas ou até mutirões.
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